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23 de março de 2012

A primavera

Passarinhos voam felizes enquanto
Regamos as plantas com muita animação
Iremos cuidar da Natureza
Mimando-a com o coração!
A primavera traz a Páscoa
Vamos lá festejar
Enquanto os animais brincam
Regressamos a casa para
As férias aproveitar!
                                                                      BOAS FÉRIAS

23 de fevereiro de 2012

Textos escritos (Carnaval)

O palhaço Joaquim
Era uma vez um palhaço chamado Joaquim. Ele trabalhava tristemente porque não gostava de ser palhaço.
O sonho dele era ser malabarista.
Para ele, ser palhaço não era bom.Ele achava que quando fazia coisas absurdas toda a gente se ria dele.
O palhaço achava que gozavam com ele .
Mas um dia, realizou o seu sonho de ser malabarista. Ele via que as crianças choravam porque tinham medo das suas bolas e tochas mágicas.
Afinal ser palhaço era mais divertido porque as crianças riam muito e ficavam felizes.
Madalena Pinho



25 de novembro de 2011

Poesias (trabalhos extra)

Era véspera de Natal
Numa noite estrelada,
Uma casa muito bonita
Brincalhona e animada.

Lá dentro estavam ratinhos
Brincalhões e irrequietos,
Estavam no seu quarto
Nas suas camas de fetos.

Até que um homem gordo
Entrou pela chaminé,
Desceu, desceu, desceu
E aterrou com um pé.

Os ratos no seu quarto
Ouviram e foram ver o que se passava,
Era o Pai Natal
Que na sala já lá estava.

Ele tinha o nariz vermelho
Era muito rechonchudo,
Era alto e forte
E um pouco barrigudo.

Ele subiu pela chaminé
Sentou-se no seu trenó
E disse assim para os ratinhos:
Oh, Oh, Oh !!!!!!!!!!!!!!!!
                                        Vasco Caldeira (feito sem ajuda, na sala de aula)


"É Natal

Linda noite de Natal,
noite de grande alegria.
Caminhava são José mais a
Sagrada Maria

Linda noite, linda noite,
linda noite de Natal,
linda noite, linda noite,
linda noite de Natal.

Caminhavam pra Belém,
para lá chegar de dia,
mas quando eles lá chegaram
toda a gente dormia.
Bateram a muitas portas,
mas ninguém lhes acudia.
Foram dar a uma choupana
onde o boi Bento dormia."
                                  Nicolas (retirado do livro de música)

27 de outubro de 2011

Escrita criativa - aula Magalhães

A casa assombrada e a bruxa
Era uma vez uma bruxa que morava numa casa assombrada, que era azul por fora e por dentro a casa era toda roxa, porque a bruxa adorava roxo!
Ela tinha um gato que era todo branco, como ela não gostava de branco e só gostava de roxo, teve uma ideia.
- Vou pôr o gato de outra cor! Vou pintá-lo de roxo.
Com a varinha mágica, a bruxa fez:
“ GATO VAIS TRANSFORMAR-TE NUM GATO ROXO!”
Depois tudo ficou roxo e a bruxa não sabia onde estava o gato!

Lara Félix


 O Halloween
Um dia, uns meninos estavam a dizer “doce ou travessura”, porque era Halloween!
Esses meninos iam pedir doces às pessoas e elas ficavam muito felizes por terem alegrado as crianças. Mas, depois, as crianças foram a uma casa onde vivia uma bruxa muito feia e que cheirava muito mal. Depois saiu um morcego da casa da bruxa e a bruxa ameaçou os meninos e eles fugiram cheios de medo!
Logo a seguir, um menino disse:
- Será que vamos encontrar mais coisas assustadoras?
E outro menino respondeu:
- Não, de certeza que não vamos encontrar mais nada assustador!
Depois os meninos seguiram a sua viagem e bateram outra vez numa porta de onde apareceu um esqueleto assombrado que disse:
- Querem que eu vos coma ou querem ser o meu almoço para amanhã? Então, é melhor fugirem já!
Depois os meninos caminhavam tristes e com medo, mas sem desistirem. Por isso bateram mais uma vez numa porta e quem lá estava eram ets carinhosos e amigos como eles. Não eram maus e deram doces e gomas aos meninos.
Tomás Filipe

10 de outubro de 2011

O coração

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29 de setembro de 2011

Se eu fosse uma folha de outono

A folha viajante


"Viajando pela Europa a folha Lucas parou em França, foi ver a torre Eiffel e depois foi ver a torre de Pisa.
A folhinha Lucas ficou muito contente não queria que o vento parasse de soprar.
A folhinha Lucas foi parar a Inglaterra, onde estava muito frio! De repente um vento forte fez com que caisse numa chávena de chocolate quente e disse:
- Hummmm, aqui está muito melhor e até consigo ver o Big Ben!
Com mais uma rajada de vento, a folhinha Lucas volta da sua grande aventura."
                                                                                                                                       Lucas Salum

"Se eu fosse uma folha de Outono era alaranjada, porque quando o Outono chegou comecei a perder a minha cor verde.
Um dia o vento soprou mais forte e caí da árvore. Sabem onde cai? Eu caí num jardim. Nesse jardim havia um lago e nesse lago existiam muitos patos. O vento voltou a soprar com força e levou-me para o lago.
Os patos pensaram que eu era comida e tentaram comer-me até que viram que eu era uma folha e deixaram-me em paz.
Entretanto fiquei a boiar em cima da água e gostei de estar lá até que adormeci e lá passei o resto do meu tempo."
                                                                                                                                          Lara Félix

"Se eu fosse uma folha de Outono seria vermelha, esperta e grande. Seria de uma árvore mágica e o seu poder  é dar frutos de mês em mês! Eu fazia muitos amigos e amigas.
Um dia eu caí e um menino levou-me para a sua casa, quando chegámos à sua casa, colecionou-me e pôs-me num livro, eu disse:
-Au!
E o menino ficou espantado e disse:
-Hã! O quê?
E eu disse:
- Ei! Isso dói.
- Tu falas?
-Claro que falo, para já eu vivia numa árvore mágica e caí, tu levaste-me e tentaste esmagar-me agora ia morrendo achas isso bem? Olha bem para mim agora podemos ser amigos para sempre não é?
- Pois é! Tens razão.
-Eu sou esperta sabias?
-Ááááááááá….!
E viveram felizes para sempre."
                                                                                                                                           Filipe Leitão
 A visita a Itália
"Eu sou uma folha de Outono, redonda, vivo numa árvore de folha caduca chamada nogueira. Eu chamo-me Lili e o meu sonho era que o vento me tirasse desta árvore e eu fosse conhecer o mundo. Um dia o vento forte chegou e disse assim:
-Saiam da frente, o vento vai passar.
Todas as folhas gritaram de medo mas eu abri os braços e as pernas, fechei os olhos e comecei a voar.Num segundo já estava em Itália. Quando cheguei queria ir a Torre de Pisa, ao Coliseum…
Depois o vento trouxe-me de volta à árvore e fui contar às minhas amigas a minha grande aventura."
Vanessa Guz


"Se eu fosse uma folha de Outono vivia num castanheiro, era amarela e chamava-me Pimentinha. Com o Outono chegaram os dias mais curtos, frios e chuvosos. Num desses dias por causa do vento forte que soprava eu cai da árvore e uma menina de cabelo comprido e castanho que vestia um vestido roxo apanhou-me e levou-me para sua casa. Depois fez-me uma árvore, para ser a minha casa e enfeitar o seu quarto. Essa menina chamava-se Madalena e morava numa casa amarela de telhado vermelho perto da floresta onde eu nasci." 
Carolina Afonso


“Quando  o Outono estava a começar, uma das mais bonitas Estações do ano, uma pequena folha de cor vermelha era o que eu gostava de ser.
Também gostava de ser levado pelo vento para muito longe da minha árvore de castanhas, ir parar a um grande parque onde houvesse muitas crianças e que uma delas me levasse
para casa e me colasse numa folha, para assim eu ficar imortal.”
Diogo Lourenço


"Se eu fosse uma folha de Outono gostaria de ter muitas cores, por exemplo: vermelho, castanho, verde, roxo, amarelo.
Todas as pessoas gostavam das minhas cores, por isso, as outras folhas tinham ciúmes porque era muito bonita.
Se eu fosse uma folha de Outono com essas cores todas gostava de enfeitar os jardins e as casas das pessoas para ficarem mais felizes, pois o Outono é uma estação um pouco triste, pois os dias são mais curtos devido a escurecer mais cedo e as pessoas ficam mais tristes."
Tomás Caseiro

"Era uma vez um menino que estava com a irmã e viram um monte de folhas e lá no topo estava eu e o meu grupo de amigos. Um dos meus amigos e  eu fomos pelo ar e eu fui
parar em cima de uma árvore.
 Lá em cima da árvore estava um ninho com ovos!
Os dois irmãos saltaram para cima de mim e quando eu olhei para o ninho os ovos iam abrir. Depois vi o pássaro e ele não tinha penas só tinha pele.
Passados alguns anos o pássaro era grande e tinha uma namorada que era
cor-de-rosa. Mais tarde tiveram filhos e ficaram muito felizes.
Depois veio um vento forte e levou-me para o meu grupo e eu estava muito feliz por voltar a ver os meus amigos."
Tomás Filipe


"Se eu fosse uma folha de Outono, o vento levava-me aos Estados Unidos, a Itália e ao Brasil… lugares onde eu gostava de poder ir.
Se eu fosse uma folha de Outono, teria muitas cores, amarelo, vermelho, castanho, que me mascaravam na minha viagem pelo mundo.
Se eu fosse uma folha de Outono, não ficava triste quando o vento me abraçasse e me levasse com ele, para nascer outra vez, mas numa terra diferente, numa outra Primavera."
Madalena  Antunes Pinho     


"Se eu fosse uma folha de Outono eu era castanha, média, dois bicos na esquerda, dois bicos na direita e um grande bico no topo.
Viveria num Pinhal e seria simpática e bonita.
Certo dia houve um vendaval e eu fui levada até ao rio que tinha uma cascata.
Depois de cair da cascata cheguei à cidade que tinha uma árvore.
- Olá, está aí alguém? - perguntei à árvore.
Mas só depois percebi que era uma árvore artificial.
Quando quis voltar para casa, fiz um barco com um tronco, um banco de rolha, mas não sabia o que poderia ser a vela…
Até que tive uma ideia, ser eu a vela.
E lá fui eu todo contente para casa."
Vasco Caldeira


"Uma manhã de outono
Eu vivia num castanheiro no meio de uma floresta.
Era Outono. Os dias ficavam mais pequenos. Numa manhã o céu estava a mudar de cor e eu sabia que os dias estavam mais pequenos mas ainda era de manhã e eu pensei, pensei e pensei e lembrei-me de uma coisa... eram as nuvens que estavam carregadas de água.
Começou a chover e a campainha da escola começou a tocar e os meninos entraram. Eu não apanhava água porque estava cá em baixo das outras folhas.
Quando o outono começa, a chuva cai, os dias ficam mais pequenos, as folhas ficam castanhas e as aulas começam."
Carlota vale


"Se eu fosse uma folha de Outono, seria “filha”de um carvalho, seria vermelha e vivia numa quinta.
Certo dia uma grande ave, uma cegonha, encontrou-me e disse :
-Esta folha é perfeita para o meu ninho, já está caída  no chão e meio seca.
Quando cheguei no bico da cegonha lá estava um ninho enorme cheio de pauzinhos e duas enormes bolas brancas no centro, que seriam?
Só no dia seguinte é que descobri o que eram.
Durante a noite, nasceram duas cegonhas pequeninas…
 Todos os dias, todas as noites, os pais  davam-lhes comida e água.
Ao fim de pouco tempo as aves começaram a voar e deixaram a sua “casinha”.
E nesse momento veio uma brisa e voaram todas as folhas do ninho."
Nota - Esta história é da minha imaginação, porque este animal nunca poderia fazer ninho no Outono (os filhotes não tinham tempo para crescer e se tornarem fortes para o inverno)

André Fonseca

"Se eu fosse uma folha de Outono estava sempre a mudar de cor: amarela, vermelha etc.
Mas um dia fiquei diferente, e fiquei azul…o que não é normal. Todas as folhas ficam amarelas, vermelhas ou castanhas. Disse para mim própria:
-Eu não posso ir lá para fora azul. Vão todos gozar comigo. Tenho os olhos e o cabelo castanho. Não fica nada bem! E tenho só três anos. Sabem, aqui no Vale das folhas há uma regra que é ser da cor da idade. E por isso eu tenho que voltar a ser castanha rapidamente. De tanto procurar a minha cor comecei a transpirar e fui tomar banho. Quando acabei fui até ao espelho já estava castanha. Fui dar a todos a boa notícia.
E assim foi a caça à cor da folha de Outono."
Beatriz Batista
"Eu sou uma folha de outono. Sou redonda e muito bicuda, Tenho sete bicos e sou caduca. Num dia cheio de sol eu estava numa árvore com os meus amigos a conversar e depois o Miguel caiu e partiu o braço.
Entretanto eu chamei a ambulância e depois fui para casa esperar pelas novidades do Miguel."                                                                                                                                    Nicolas Petran

21 de setembro de 2011

Texto coletivo


Visita à adega (1.ªparte)
No dia 15 de Setembro de 2011, fomos à adega Venâncio Costa Lima, que fica na Quinta do Anjo. Antes da visita a professora disse-nos que a adega tinha começado a funcionar em 1914. Então fomos calcular e descobrimos que a adega já existe há 97 anos. No final do dia ainda descorbrimos que o Moscatel desta adega, ficou este ano no primeiro lugar do mundo, e é considerada umas das melhores produtoras de vinho do mundo inteiro.
Quando chegámos ao local cheirava a vinho e não era pouco! Um senhor recebeu-nos e mostrou-nos as zonas mais importantes da adega.
Primeiro vimos uma máquina, tipo trituradora, onde as uvas estavam. Essa máquina extraía o sumo das uvas e separava os engaços (caules) que depois vão ser comidos pelas ovelhas.
(continua)

2 de fevereiro de 2011

As nossas histórias

                                           A cobra vaidosa

Era uma vez uma cobra muito, mas muito vaidosa. Ela chamava-se Leonor e a sua melhor amiga era a Marta. Os seus animais preferidos eram o urso e o golfinho. Ela tinha um ursinho de peluche chamado Afonsinho. A sua cor preferida era o amarelo escuro. Ela e a Marta eram vizinhas e podiam brincar juntas. A profissão dela era veterinária, porque gostava muita de animais.
A Marta era uma esquila e as duas amigas viviam no lago.
Um dia a Leonor viu a ratazana chamada Anaconda. Ela era a pior amiga da Leonor e como a Anaconda só lhe chateava a cabeça, a Leonor mordeu-a para ela aprender a lição.
E todos os animais ficaram felizes! Foi uma grande aventura!
                                                                                                                                    Vanessa Guz
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                                                               A cobra vaidosa
Era uma vez uma cobra vaidosa, muito vaidosa. Um dia viu uma loja de roupa e entrou lá dentro e viu roupas tão giras que queria comprar tudo.
Mas a cobra não tinha dinheiro, e disse:
- Vou trabalhar e ganhar muito dinheiro.
No dia seguinte, logo de manhã, levantou-se cedo para ir ver se conseguia encontrar algum trabalho.
Mas ela não conseguiu encontrar e ficou muito triste. Então desistiu e foi para casa.
Quando chegou a casa, começou a imaginar que era rica e conseguia comprar tudo. A cobra vaidosa pôs-se à janela e entretanto viu um trabalho! E foi logo correr lá para fora, tão depressa que chegou muito rápido! Trabalhou tanto que ganhou muito dinheiro, e finalmente podia comprar as roupas que tinha gostado muito. E lá foi ela à loja.

                                                                                                                              Tomás Caseiro
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                                                                     A cobra vaidosa

Era uma vez, uma cobra muito pobrezinha. Ainda bem que a cobra tinha umas amigas muito simpáticas porque essas amigas ajudavam-na a fazer o jantar, a pôr a mesa, a levantar a mesa, a arrumar a casa, davam-lhe sapatos e roupa, ou seja ajudavam a fazer tudo.
Elas eram tão bonitas que a cobra também queria ser bonita.
A cobra perguntou:
- Amigas, ajudam-me a ser bonita?
- Claro que sim! – disseram elas.
Passado pouco tempo, foram à loja de roupa das cobras.
As três cobras ficaram espantosas com o que viram lá.
E uma das amigas disse:
- Que espanto!
E foi assim que a cobra realizou o seu sonho.
                                                                                                                                         Ana Fonte
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                                                                    O lagarto ciclista

Era uma vez um lagarto que adorava passear. Esse lagarto chamava-se David.
A sua casa era na floresta e ele vivia sozinho.
Um dia, ele construiu uma bicicleta para não se cansar a passear.
Ele viu que ela era rapidíssima e andou com ela todos os dias.
Um dia, ele pensou que iria passear à casa de um amigo. E lá foi ele! Convidou o amigo para ir andar de bicicleta e foi assim que viveu um dia de sonho super divertido.
                                                                                                                                        Diogo Lourenço

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                                                                  O Pato Cantor

Era uma vez um pato que se chamava Pedrinho e que gostava de cantar, cantar e cantar, enquanto os outros gostavam mais de mergulhar na água. Um dia o seu amigo disse:
- A tua mãe já te disse que não podes comportar-te como um humano!
Mas o Pedrinho não lhe ligava e continuava a cantar.
Até que um dia, apareceu lá um humano que os queria matar, para os comer depois.
- Salve-se quem puder! – gritavam todos aflitos.
Mas apareceu o Pedrinho que foi o único pato que enfrentou o caçador, que lhe disse:
- O que me vais fazer patinho? Esborrachar-me é?
Mas o patinho cantou tão alto que até as árvores foram ao ar e o homem fugiu para casa a gritar “mamã!”
E viveram todos felizes para sempre.
                                                                                                                                  Vasco Caldeira
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                                                                     O lagarto ciclista


Era uma vez um lagarto que se chamava Félix.
Ele era baixinho e a sua comida preferida era “ insetos no forno”.
Mas do que ele gostava mais era de andar de bicicleta com o pai.
Um dia, quando o Félix estava a andar de bicicleta, chocou com uma árvore.
No dia seguinte não lhe apeteceu andar de bicicleta, porque teve medo de chocar outra vez e ficou o dia todo dentro de casa.
Passados alguns dias, o Félix ouviu falar de que ia haver um concurso de corrida de bicicletas. Mas o Félix insistiu que não ia.
- Não vais porquê, filho? -perguntou o pai.
- Eu não vou porque tenho medo de chocar outra vez! - disse o Félix.
Mas o pai disse-lhe que lá não havia árvores e convenceu-o a ir.
Quando chegou o dia do concurso ele ganhou o primeiro prémio e ficou conhecido como o melhor ciclista daquela cidade.
                                                                                                                                    Vasco Caldeira                                               ------------------------------------------
                         A cobra vaidosa



Era uma vez uma cobra que andava sempre muito bem perfumada. Ela mudava todos os dias de pele. A cobra tinha pasta com sabor a menta, tomava banho com champô de rosas e a sua cor preferida era o amarelo escuro.
Um dia, ela foi às compras e os seus amigos estavam a comprar os seus produtos fantásticos.
No dia seguinte, a cobra Marta foi até à praia com a sua melhor amiga. Ela vestiu-se com uns calções curtos e uma camisola de manga curta. Na praia a cobra encontrou a sua inimiga, a jibóia Catarina. A jibóia tinha muita inveja. A cobra sabia que isto não podia ficar assim, então elas decidiram ser irmãs, assim a jibóia podia usar as coisas da cobra. E ficaram amigas para sempre!
                                                                                                                                  Beatriz Batista
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                                                                 A lesma comilona
Era uma vez uma lesma que era comilona e não era assim tão rápida, porque era gorda! Ela cada vez que via comida andava o mais rápido possível.
- Ela é mesmo gorda! – diziam os seus amigos.
Ela comia e não dava por nada, porque estava sempre tão entretida!
- Pai, pai eu sou gorda?
O pai não quis mentir e disse que ela era gorda.
Ela então nunca mais comeu e transformou-se na lesma mais veloz do mundo!
                                                                                                                                  Carlota Vale

18 de janeiro de 2011

Abecedário trabalhador

(Estes textos foram passados nos computadores da nossa Biblioteca)


Abecedário trabalhador


Arquiteto, que desenha casas
Bombeiro, que apaga fogos
Carpinteiro, que faz coisas de madeira
Dentista, que trata dos dentes
Enfermeiro, que trata da saúde das pessoas
Futebolista, que joga futebol
Garçon, que entrega comida nos restaurantes chiques
Hospedeira, que dá apoio às pessoas que andam de avião
Inspetor, que inspeciona o trabalho das outras pessoas
Jornalista, que transmite notícias às pessoas por televisão, rádio ou jornal
Livreiro, que vende livros
Maestro, que controla os músicos
Nadador salvador, que ajuda as pessoas a não se afogarem
Oleiro, que faz peças em barro
Polícia, que prende ladrões e ajuda os carros no trânsito
Queijeiro, que faz o queijo
Reitor, quem dirige uma universidade
Surfista, que anda nas ondas
Treinador, que treina as pessoas
Urologista, médico especialista em sistema urinário
Veterinário, que trata dos animais
Xerife, que é o chefe da polícia
Zoólogo, que estuda os animais do zoo


                                                             Vasco Caldeira

17 de novembro de 2010

1.º Desafio no Magalhães (em construção)


Hoje trouxemos os nossos computadores. Depois de uma breve explicação sobre o funcionamento do Magalhães, lançamo-nos ao desafio: passar os textos que tinhamos feito no dia anterior, já corrigidos para o word e fazer uma ilustração da hsitória no paint.
Aqui estão os nossos trabalhos:

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13 de novembro de 2010

Texto Colectivo (28.Out.2010) - já corrigido!

A bruxa Rabuja
Era uma vez uma bruxa que se chamava Rabuja. Esta bruxa era muito má, rabujenta, egoísta e dizia muitas asneiras! Mas também era muito porcalhota, porque não tomava banho nem lavava os dentes.
A Rabuja adorava gatos pretos porque eram assanhados, mas principalmente porque assim não precisa de os lavar. Mas ela também gostava bastante de voar na sua vassoura castanha.
Certo dia à noite, a bruxa decidiu ir ao castelo dos dinossauros para roubar alguns gatos pretos. Então  pegou na vassoura e... zás !! 
Quando estava a chegar ao castelo  reparou na lua cheia. De repente ouviu o seu gato a cantarolar uma  música e olhou para trás curiosa. Como estava distraída, ela  não viu o dinossauro grande e vermelho que lhe apareceu à frente. O dinossauro deu-lhe  uma patada tão forte que a bruxa Rabuja e o seu gato preto caíram da vassoura!
Mas a bruxa era tão teimosa que mesmo assim decidiu continuar a sua missão.
Entrou no castelo, disfarçada de dinossauro e escondeu os gatos roubados dentro do fato largo. Depois foi para casa a pé, porque estava muito pesada para voar e só chegou no dia seguinte!
Foi uma grande aventura!